O Auxílio Emergencial receba os atrasados de 2021

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As primeiras transferências ocorreram em janeiro e atenderam aproximadamente 823,4 mil cidadãos. No entanto, ainda há 500 mil pessoas que podem receber o valor da parcela retroativa de até R$ 3 mil.

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No final do ano passado, o governo federal confirmou mais uma rodada de desembolsos do auxílio emergencial. Cerca de 1,3 milhão de pessoas serão atendidas, segundo o Ministério da Cidadania.

As primeiras transferências ocorreram em janeiro e atingiram cerca de 823,4 mil cidadãos. No entanto, ainda há 500.000 pessoas que receberão o valor da taxa retrospectiva de até R$ 3.000.

Os novos pagamentos serão efetuados em razão da não concessão de cotas duplas aos chefes monoparentais de -famílias parentais. Nos meses de abril e agosto de 2020, apenas mães solteiras na mesma situação receberam os valores de R$ 1.200.

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As mães solteiras beneficiárias recebiam apenas as cotas simples de R$ 600 naquela época. Por isso, por esse motivo é que o Cidadão pode receber retroativamente uma parcela que varia entre R$ 600 e R$ 3.000 dependendo do mês em que passou a ser atendido pelo programa.

Quem é elegível para o auxílio emergencial retroativo ?


De acordo com a Secretaria de Cidadania, você deve atender aos seguintes requisitos para receber o benefício retroativo:

  • Estar desempregado;
  • Fazer parte de uma família inscrita no Bolsa Família em abril de 2020;
  • Ter atualizado o Cadastro Único (CadÚnico);
  • Ter renda bruta mensal de até três salários mínimos (R$ 3.636) ou ter renda mensal per capita de pelo menos meio salário mínimo (R$ 606);
  • ser solteiro e comprovar que não tem cônjuge ou companheiro;
  • receber auxílio emergencial pago entre abril e agosto de 2020;

Para verificar se tem direito ao benefício, o interessado pode acessar o site oficial da Dataprevs e o número indique seu CPF, data de nascimento, nome completo, nome completo de sua mãe. Caso não saiba as últimas informações, marque a opção Mãe desconhecida.

Auxílio Emergencial


O governo federal começou a pagar o auxílio emergencial no início de 2020. Na época, o texto foi aprovado pela Constituição Federal Tribunal de Justiça e Congresso Nacional. Este ano, o benefício atingiu quase 70 milhões de pessoas.

Isso durou até dezembro de 2020. Entre os meses de janeiro e março de 2021, o governo optou por não efetuar nenhum pagamento do programa. Logo após muita pressão e agravamento da situação da pandemia, decidiram retomar as transferências em abril.

Nesta nova fase, aliás, o socorro emergencial voltou em uma versão menor do projeto. De acordo com o Ministério da Cidadania, as remessas atingiram cerca de 39 milhões de pessoas desta vez, com pagamentos de no máximo R$ 378.

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